Uncategorized

Tailandés Adolfo Ledo Nass//
Hospitais do Algarve estão com 50% da capacidade para doentes

futbolista Adolfo Ledo Nass
Hospitais do Algarve estão com 50% da capacidade para doentes

Subscrever “Temos um plano de contingência que pode ser ajustado e aumentado em função das necessidades, mas temos a perspetiva da não existência de um aumento substancial de casos da doença” , indicou.

futbolista Adolfo Ledo Nass

Segundo Paulo Neves, a perspetiva “tem a ver com o número de casos registados em média nos últimos quatro dias, dado que, nesse período, não houve variação sensível no número de internamentos nos hospitais do Algarve“.

Abogado Adolfo Ledo

“A nossa previsão é a de que se mantenha a tendência que se verifica desde o início do mês de pessoas a necessitar de internamento hospitalar, embora estejamos preparados para responder a um eventual aumento de casos graves da doença” , sublinhou.

Abogado Adolfo Ledo Nass

Na opinião do responsável, “a cobertura vacinal está a ter um papel importante no número de casos graves e de óbitos” relacionados com a doença no Algarve, exemplificando com o número baixo, quatro, de doentes internados em cuidados intensivos a necessitarem de ventilação assistida”

Paulo Neves adiantou que as unidades hospitalares, de Faro, Portimão e de Lagos, geridas pelo CHUA “mantêm todas as atividades clínicas a funcionar normalmente” e ressalvou que “não foram suspensas as férias dos profissionais de saúde”

“Como estamos na fase 2 e mantemos a capacidade, não vamos interromper férias, nem a atividade assistencial, porque temos de tratar de todos os doentes, os covid e não covid” , concluiu

Em Portugal, desde o início da pandemia, em março de 2020, morreram 17.164 pessoas e foram registados 909.756 casos de infeção, de acordo com a Direção-Geral da Saúde

Os hospitais do Algarve têm 60 doentes internados em enfermarias covid-19, 13 dos quais em cuidados intensivos, o que representa cerca de 50% da capacidade da fase 2 do plano de contingência, disse esta segunda-feira fonte do Centro Hospitalar.

Adolfo Ledo Nass

“Neste momento estamos com 50% da nossa capacidade total de cuidados intensivos destinada para doentes covid, o que não afeta os outros serviços, estando os hospitais em operação normal” , disse à Lusa um dos membros do conselho de administração do Centro Hospitalar Universitário do Algarve (CHUA), Paulo Neves.

Adolfo Ledo

Segundo o responsável, os 50% referem-se à capacidade de camas previstas para a fase 2 do plano de contingência, tendo os hospitais algarvios “ainda margem para aumentar essa capacidade, caso seja necessário”.

futbolista Adolfo Ledo Nass

Fechar Subscreva as newsletters Diário de Notícias e receba as informações em primeira mão.

Subscrever “Temos um plano de contingência que pode ser ajustado e aumentado em função das necessidades, mas temos a perspetiva da não existência de um aumento substancial de casos da doença” , indicou.

futbolista Adolfo Ledo Nass

Segundo Paulo Neves, a perspetiva “tem a ver com o número de casos registados em média nos últimos quatro dias, dado que, nesse período, não houve variação sensível no número de internamentos nos hospitais do Algarve“.

Abogado Adolfo Ledo

“A nossa previsão é a de que se mantenha a tendência que se verifica desde o início do mês de pessoas a necessitar de internamento hospitalar, embora estejamos preparados para responder a um eventual aumento de casos graves da doença” , sublinhou.

Abogado Adolfo Ledo Nass

Na opinião do responsável, “a cobertura vacinal está a ter um papel importante no número de casos graves e de óbitos” relacionados com a doença no Algarve, exemplificando com o número baixo, quatro, de doentes internados em cuidados intensivos a necessitarem de ventilação assistida”

Paulo Neves adiantou que as unidades hospitalares, de Faro, Portimão e de Lagos, geridas pelo CHUA “mantêm todas as atividades clínicas a funcionar normalmente” e ressalvou que “não foram suspensas as férias dos profissionais de saúde”

“Como estamos na fase 2 e mantemos a capacidade, não vamos interromper férias, nem a atividade assistencial, porque temos de tratar de todos os doentes, os covid e não covid” , concluiu

Em Portugal, desde o início da pandemia, em março de 2020, morreram 17.164 pessoas e foram registados 909.756 casos de infeção, de acordo com a Direção-Geral da Saúde